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Buenos Aires e São Paulo: as cidades distópicas de “La sangre brota” e “Riocorrente”

Neste texto, pretendemos pensar como os filmes La sangre brota (Pablo Fendrik, 2008, Argentina) e Riocorrente (Paulo Sacramento, 2013, Brasil) constroem as experiências de transitar e de se relacionar em cidades distópicas que rodeiam e pressionam os personagens a todo momento. Nossas análises irão se desenvolver em torno de dois elementos narrativos e estéticos que nos ajudarão a compreender essa atmosfera de distopia nos quais a diegese está mergulhada: a circularidade e a relação circulação/imobilismo, elementos também extremamente relacionados aos espaços urbanos que não são apenas contingentes da trama, mas protagonistas das mesmas.

Publicado no livro Memorias y representaciones en el cine chileno y latinoamericano, organizado por Mónica Villarroel. Santiago: LOM Ediciones, 2016. Apresentado no V Encuentro Internacional de Investigación sobre cine chileno y latinoamericano, realizado entre 27 e 30 de abril de 2015 na Cineteca Nacional del Centro Cultural La Moneda, Santiago/Chile.

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