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Histórias extraordinárias: cinema argentino contemporâneo

Histórias extraordinárias: cinema argentino contemporâneo

Mostra de cinema argentino contemporâneo realizada entre 05 e 17 de abril de 2016 na CAIXA Cultural Rio de Janeiro. Com curadoria do crítico, editor e diretor do BAFICI – Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente entre 2013 e 2015, Marcelo Panozzo, e da pesquisadora de cinema argentino Natalia Christofoletti Barrenha, a mostra contou … Continuar lendo

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  • As veias abertas da América Latina: um ensaio sobre "Araya" - O desejo de revelar as realidades conflitivas de seus países estimulou os cineastas latino-americanos a explorarem o potencial político do cinema e, especialmente, do documentário, a partir de 1950. Em um contexto de aceleradas mudanças, sob a égide do desenvolvimentismo, diversos diretores voltaram seus olhares a territórios marginalizados do continente. Questionaram também os reais benefícios que a modernização traria ao histórico de exploração vivido pela América Latina. "Araya" (Margot Benacerraf, 1959, Venezuela) aborda essa questão ao acompanhar 24 horas de uma comunidade que vive da pesca e da produção artesanal de sal na península de Araya.
  • A experiência do cinema de Lucrecia Martel: resíduos do tempo e sons à beira da piscina - Introdução de meu primeiro livro, publicado pela Alameda Editorial + apoio Fapesp, resultante da dissertação de mestrado defendida no Programa de Pós-Graduação em Multimeios (Instituto de Artes – UNICAMP) em agosto/2011, com apoio CAPES e orientação do muito especial Prof. Dr. Fernando Passos.
  • Silêncios históricos e pessoais: Memória e subjetividade no documentário latino-americano contemporâneo - Texto de apresentação da mostra de documentários de Argentina, Brasil, Chile, México, Paraguai e Uruguai realizada na Caixa Cultural São Paulo entre 26 de março e 06 de abril de 2014. Idealização e organização de Natalia Barrenha e Pablo Piedras.
  • Herdeiros do exílio: Memória e subjetividade em três documentários chilenos contemporâneos - As diretoras dos documentários "En algún lugar del cielo" (Alejandra Carmona, 2003), "El edificio de los chilenos" (Macarena Aguiló, 2010) e "El eco de las canciones" (Antonia Rossi, 2010) sofreram o exílio devido à militância política de seus pais durante a ditadura de Augusto Pinochet no Chile e, por meio de seus filmes, discutem questões como identidade, desenraizamento, pertencimento e estranheza, e as heranças resultantes dessa experiência, das quais buscamos nos aproximar.
  • Os sons das cidades extraordinárias de "Castro" (Alejo Moguillansky, 2009) e "Luz nas trevas - a volta do Bandido da Luz Vermelha" (Helena Ignez e Ícaro Martins, 2010) - a cidade dos filmes é mobilizada não apenas como cenário ou palco onde se desenrolam os acontecimentos da trama, mas como um personagem que interage com os demais por meio de seus itinerários e esconderijos, suas luzes e sombras, vazios e multidões, sons e silêncios.
  • "La mujer sin cabeza" (Lucrecia Martel, 2008) y el mecanismo del olvido en el pasado y el presente - Algunas consideraciones sobre la película "La mujer sin cabeza" (2008), de Lucrecia Martel, explorando la cuestión del olvido intrincada en su trama. A través de la protagonista -Verónica-, la directora busca hacer un acercamiento personal a los mecanismos de silenciamiento y desmemoria en los cuales la sociedad (tanto hoy como durante períodos no-democráticos, como fue la última dictadura militar en Argentina, de 1976 a 1983) se refugia, absteniéndose de sus responsabilidades en diversos espacios de violencia.
  • Cinema no Centro - O emocionante despertar das cinematografias centro-americanas, que entre 2001 e 2011 já produziram o dobro de filmes que em todo o século XX na região.
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